Justifica-se protestar<br>contra os aumentos
A CGTP-IN, condenando os recentes aumentos de preços, que contrastam com a política de diminuição dos salários, «considera absolutamente justa a indignação» e «apela ao protesto organizado e à continuidade e reforço das justas reivindicações salariais, com uma vontade negocial fundada no futuro de um Portugal justo e desenvolvido».
Em nota divulgada segunda-feira, a central classifica como «inaceitáveis» os aumentos que entraram em vigor com o novo ano, pois afectam produtos e serviços essenciais e significam «mais injustiça social, mais injusta distribuição da riqueza produzida», com «particular incidência sobre as camadas mais desprotegidas da população».
São indicados os exemplos do pão (anunciado uma subida de dez por cento) e dos transportes (que nos últimos 8 meses aumentaram 9,8 por cento), para salientar que os aumentos são «muito superiores à inflação prevista, acontecem num quadro de aumento das taxas de juro e não podem deixar de se relacionar com a política salarial do Governo».
Lembra ainda a CGTP-IN que «a inflação prevista é um número político, jogado pelos governos, que há vários anos se situa abaixo da inflação verificada».
A subida dos preços de bens essenciais é agravada pelo aumento das taxas de juro do crédito à habitação, «que muito afecta a generalidade das famílias». «Nestas circunstâncias são ainda mais inaceitáveis os aumentos salariais que o Governo pretende impor na Administração Pública», alertando a central que o patronato procura que o valor de 1,5 por cento seja considerado referencial salarial.
Em nota divulgada segunda-feira, a central classifica como «inaceitáveis» os aumentos que entraram em vigor com o novo ano, pois afectam produtos e serviços essenciais e significam «mais injustiça social, mais injusta distribuição da riqueza produzida», com «particular incidência sobre as camadas mais desprotegidas da população».
São indicados os exemplos do pão (anunciado uma subida de dez por cento) e dos transportes (que nos últimos 8 meses aumentaram 9,8 por cento), para salientar que os aumentos são «muito superiores à inflação prevista, acontecem num quadro de aumento das taxas de juro e não podem deixar de se relacionar com a política salarial do Governo».
Lembra ainda a CGTP-IN que «a inflação prevista é um número político, jogado pelos governos, que há vários anos se situa abaixo da inflação verificada».
A subida dos preços de bens essenciais é agravada pelo aumento das taxas de juro do crédito à habitação, «que muito afecta a generalidade das famílias». «Nestas circunstâncias são ainda mais inaceitáveis os aumentos salariais que o Governo pretende impor na Administração Pública», alertando a central que o patronato procura que o valor de 1,5 por cento seja considerado referencial salarial.